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TSE aprova sugestão das Forças Armadas de fazer teste com biometria nas urnas eletrônicas

Os resultados dos testes de integridade realizados pelo TSE serão amplamente divulgados pelos tribunais eleitorais regionais. Veja como funciona

Segundo o TSE, cerca de 640 urnas passarão no teste de integridade
Segundo o TSE, cerca de 640 urnas passarão no teste de integridade - Agência Brasil
Pedro Miranda

Pedro Miranda

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Publicado em 13/09/2022, às 21h06

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou a sugestão das Forças Armadas de implementação de testes de integridade das urnas eletrônicas com biometria dos eleitores para as eleições de outubro. A medida pretende aumentar a segurança dos eleitores, assim como ampliar a segurança do sistema de votação.

Durante uma sessão no TSE, a diretoria decidiu selecionar aleatoriamente as urnas eletrônicas para o teste de votação voluntária. Os mesmos eleitores votarão normalmente durante o 1º turno das Eleições 2022 no dia 2 de outubro.

Além dos testes com biometria, a Justiça Eleitoral vai manter os tradicionais testes de integridade, nos quais servidores da Justiça Eleitoral e voluntários votam nas urnas que fazem parte da auditoria para comparação dos resultados com o boletim de urna impresso.

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Mais de 600 urnas passarão por testes de integridade no TSE

Segundo o TSE, cerca de 640 urnas passarão no teste de integridade. Na eleição de 2018, foram 100 aparelhos. Os resultados desses testes serão amplamente divulgados e aplicados pelos tribunais eleitorais regionais.

O acordo foi anunciado pelo TSE após o ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira, ser recebido no gabinete na manhã desta quarta-feira (31) pelo presidente do tribunal, ministro Alexandre de Moraes. A reunião contou com a presença de técnicos militares e do secretário de Informática do TSE, Júlio Valente, além de membros da equipe de comunicação do Tribunal.

O teste de integridade é realizado há 20 anos. Um dia antes da votação, algumas urnas são sorteadas e levadas ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para que, no dia seguinte, seja simulada uma votação normal no equipamento. Os equipamentos podem também ser escolhidos aleatoriamente pelos partidos políticos.

No final da votação, a Comissão de Auditoria da Urna Eletrônica de cada TRE realiza uma espécie de batimento para saber se o voto depositado na urna é o mesmo registrado pelo equipamento. Isso é possível porque os votos são depositados em papel e depois na urna eletrônica, permitindo a comparação do resultado. Todo o procedimento é acompanhado por empresa de auditoria externa selecionada por licitação.

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