Uma nova edição do Concurso Nacional Unificado (CNU) segue em pauta, conforme anunciado pela ministra da Gestão, Esther Dweck

Com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no último domingo, 25 de outubro, fica mais próxima a realização da terceira edição do Concurso Nacional Unificado (CNU), já anunciado em diversas ocasiões pela ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck. A seleção serve para a contratação de pessoal nas diversas esferas do Governo Federal.
Ainda não há uma data prevista para a publicação do edital. No entanto, agora, com o resultado das urnas, o governo já pode começar a se programar para realizar o certame. Vale lembrar que, recentemente, a ministra anunciou que, em uma próxima gestão, a expectativa é de realizar concursos para números menores de vagas, mas com uma maior frequência.
Em agosto, ao anunciar novas autorizações de concursos, como da Receita Federal e da Advocacia Geral da União, Dweck já havia confirmado o interesse de realizar mais uma edição do certame unificado. Existe, inclusive, a possibilidade de que a seleção possa ser realizada anualmente na próxima gestão Lula.
Disse a ministra, na ocasião:
"Temos a previsão orçamentária de 2026 que já está dada. Então temos os concursos já autorizados para provimento e convocação de excedentes dentro dessa previsão, mas ainda temos um espaço para este ano relativamente limitado e estamos planejando o que ainda é possível fazer este ano. Estamos planejando para o ano que vem novos concursos e novas autorizações"
A programação de concursos da gestão reeleita destoa completamente do que havia sido anunciado na campanha do candidato Flávio Bolsonaro. Conforme anunciado pelo Jornal dos Concursos na última semana, a coordenadora da área econômica da campanha, Daniella Marques, havia anunciado, em entrevista recente ao podcast G4, que a intenção era substituir a realização de concursos públicos por inteligência artificial.
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Em agosto, durante o 25º Fórum Empresarial do Grupo Lide, a economista já havia apresentado a proposta a empresários. Na ocasião, defendeu a revisão de carreiras administrativas e operacionais em razão dos avanços da inteligência artificial, relacionando a medida ao enxugamento da estrutura estatal.
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