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Presidente da Petrobras pode ser substituído, diz Bolsonaro; saiba mais

“Eu só não posso trocar o vice-presidente da República”, disse Bolsonaro. Além da substituição do presidente da Petrobras, ele defendeu a privatização

Pedro Miranda* | [email protected]
Publicado em 16/03/2022, às 17h37

Além da substituição do presidente da Petrobras, Bolsonaro defendeu a privatização da empresa
Além da substituição do presidente da Petrobras, Bolsonaro defendeu a privatização da empresa - Agência Brasil
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O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou em entrevista veiculada nesta quarta-feira (16) que pode substituir o atual presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna. Bolsonaro tem criticado a empresa por conta do reajuste no preço dos combustíveis no Brasil. A gasolina e o diesel subiram 18,8% e 24,9%, respectivamente, impulsionados pela guerra na Ucrânia.

No entanto, o chefe do executivo disse que, mesmo com essa possibilidade, não significa que uma troca realmente seja feita. “Existe essa possibilidade. Eu só não posso trocar o vice-presidente da República. O resto, todos podem ser trocados, obviamente por motivos de produtividade, por motivo de falha ou omissão no respectivo serviço'', declarou.

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Bolsonaro considera crime o reajuste dos combustíveis

Ainda em entrevista à TV Ponta Negra, afiliada do SBT no Rio Grande do Norte, Bolsonaro disse que a empresa cometeu um "crime contra a população" ao aplicar o reajuste. Após o aumento, a Assembleia Nacional aprovou e Bolsonaro sancionou o projeto de lei que altera as regras de cobrança do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS). A medida visa amenizar o repasse de preços mais altos para os consumidores finais.

Durante a conversa, Bolsonaro também defendeu a privatização da Petrobras. Ele disse que os preços dos combustíveis no Brasil são "impagáveis". O chefe do executivo disse ainda que a empresa poderia ser privatizada por existir um “clubinho lá dentro, que só pensa neles”. E voltou a criticar o reajuste do repasse para o gás de cozinha, “algo impensável". 

Reajuste no preço dos combustíveis

Os ajustes anunciados pela Petrobras entraram em vigor na última sexta-feira (11). O preço médio de venda da gasolina vendida a distribuidores passou de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro, um aumento de 18,8%. O preço médio do diesel passou de R$ 3,61 para R$ 4,51 reais por litro, o que equivale a um aumento de 24,9%.

O gás de cozinha também ficou mais caro. O preço médio de venda do GLP da Petrobras às distribuidoras foi reajustado em 16,1%, de R$3,86 por quilo para R$4,48. Um equivalente a 58,21 reais por 13 kg.

A Petrobras informou através de nota que esses valores refletem parte da elevação dos patamares internacionais, oferta limitada diante da demanda mundial de energia.

* Estagiário sob supervisão do jornalista Jean Albuquerque

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