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Postagens contra democracia no Brasil são excluídas pelo Facebook

Empresa Meta, que comanda as Facebook, Instagram e WhatsApp, começou a derrubar conteúdos contendo ataques contra a democracia no país

Uma mulher segura um celular
Uma mulher segura um celular - Canva - Facebook
Jean Albuquerque

Jean Albuquerque

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Publicado em 03/11/2022, às 20h05

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A Meta, empresa que controla as plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp começou a derrubar, em meio ao cenário de protestos contra o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), passou a derrubar publicações, a informação é da Folha de S. Paulo.

Em nota enviada ao jornal, a empresa afirma que tem "acompanhado com atenção os acontecimentos no Brasil e as conversas sobre esses eventos nas nossas plataformas, e começamos a remover pedidos para uma intervenção militar no Brasil no Facebook e Instagram".

Insatisfeito com as eleições, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) têm realizado protestos que vêm se multiplicando nas últimas horas, eles pedem intervenção das Forças Armadas. As redes sociais são usadas para a convocação e facilita a comunicação entre manifestantes. 

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Youtube não remove videos 

O YouTube não removerá vídeos que convoquem protestos e manifestações, conclamem a intervenção militar no Brasil ou usem o Artigo 142 porque sabe que eles não violam as políticas atuais da plataforma. Os bolsonaristas defendiam o argumento infundado de que o artigo 142 da Constituição permitiria a intervenção dentro das regras do jogo.

O YouTube atualizou sua política na segunda-feira (31) e começou a proibir conteúdo que alegava que a eleição presidencial de 2022 no Brasil foi roubada ou fraudada – uma regra que anteriormente se aplicava apenas às eleições de 2014 e 2018.

O YouTube e o Facebook foram criticados nos EUA por sua ação lenta após a eleição presidencial de 2020. Segundo os críticos, eles permitiriam que essas plataformas fossem usadas como ferramenta para protestos golpistas sob o slogan Stop the Steal.

TSE recebe denúncias 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nos últimos dias tem recebido várias denúncias de entidades da sociedade civil alertando sobre postagens e vídeos que atentam contra a democracia e encaminham para as plataformas. Atestado que o conteúdo viola as diretrizes, elas podem colocar rótulos, diminuir o alcance ou remover. 

O cidadão pode fazer uma denúncia neste link

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