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Posso receber o Auxílio Brasil trabalhando com carteira assinada? Saiba como

Os pagamentos do Auxílio Brasil seguem até a próxima terça (31). Veja como receber o benefício mesmo trabalhando com carteira assinada; confira detalhes

Jean Albuquerque | [email protected]
Publicado em 27/05/2022, às 19h50

Posso receber o Auxílio Brasil trabalhando com carteira assinada? Saiba como
Posso receber o Auxílio Brasil trabalhando com carteira assinada? Saiba como - Divulgação
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O Auxílio Brasil será pago no mês de maio até a próxima terça-feira (31). O Programa beneficiou um pouco mais de 18 milhões de famílias em abril. A depender de critérios, o benefício também realiza pagamento do Auxílio Gás, auxílio inclusão e tarifa social de energia, além de outros benefícios sociais. Saiba como receber o auxílio mesmo trabalhando com carteira assinada. 

O governo federal confirmou o Auxílio Brasil permanente de R$ 400 para as famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou no último dia 18 de maio, a medida provisória responsável por estipular o valor mínimo. 

De acordo com as regras estipuladas, famílias cuja renda mensal seja superior ao valor especificado no plano (R$ 210 por pessoa), incluindo crianças, jovens menores de 21 anos ou gestantes, desde que o valor não ultrapasse R$ 525 por pessoa, os benefícios não serão cancelados devido a esse aumento por até 24 meses.

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Posso receber o Auxílio Brasil trabalhando com carteira assinada? Saiba como

Com a Regra da Emancipação, o beneficiário não perde o direito a receber o Auxílio Brasil se conquistar uma vaga com carteira assinada no mercado de trabalho. Há o prazo de continuar recebendo em até dois anos, caso a família cumpra os requisitos básicos.  

A regra de permanência no programa de transferência de renda do governo federal, que substituiu o Bolsa Família, é a de que a família tenha renda mensal de até R$ 210 por pessoa, o que determina a linha de pobreza.

No entanto, mesmo quando o beneficiário conquista uma vaga no mercado de trabalho formal e ultrapassa essa regra, pode continuar recebendo por até dois anos, desde que a renda da família por pessoa não ultrapasse em duas vezes e meia os R$ 210 da linha de pobreza. Isto é, um limite de R$ 525 por pessoa.

De acordo com o ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, a intenção do governo é que o programa seja uma alternativa para as famílias de baixa renda, "um caminho para que cada família tenha suporte quando precisa e ao mesmo tempo encontre incentivos para buscar a sua independência”. 

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