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Fiocruz diz que terceira onda de Covid-19 no Brasil está chegando ao fim

A avaliação da Fiocruz é baseada na queda de casos, internações e óbitos causados pela Covid-19. Número de vacinados no país é o principal motivo; entenda

Pedro Miranda* | [email protected]
Publicado em 08/04/2022, às 18h37

A avaliação da Fiocruz é baseada na queda de casos, internações e óbitos causados pela Covid-19
A avaliação da Fiocruz é baseada na queda de casos, internações e óbitos causados pela Covid-19 - Agência Brasil
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Os pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgaram nesta sexta-feira (8) um boletim que indica o término da terceira da sub variante Ômicron. A avaliação é baseada na queda de casos, internações e óbitos causados pela Covid-19. Comparando os dados de 20 de março a 2 de abril com os dados de 6 a 19 de março, os cientistas viram um quadro muito positivo para o país, com queda de 36% nos novos casos e de 41% das mortes.

A Fiocruz afirmou que como reflexo dessa tendência geral, houve queda dos indicadores de transmissão em grande parte dos estados, como Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e também no Distrito Federal. A instituição destacou ainda que, pela primeira vez, desde maio de 2020, nenhum estado superou a marca de 0,3 óbitos por 100 mil habitantes.

A média móvel de mortes por Covid-19 chegou a 215 vítimas por dia em um período de sete dias, e a letalidade da doença também está diminuindo em relação a outros momentos da pandemia. Dos que testaram positivo, 0,8% morreram, índice que já atingiu 3% em 2021.

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Número de vacinados é o principal motivo da queda de casos no país

A queda nas taxas de mortalidade por Covid-19 tem sido associada à vacinação da população. 82,5% da população do país recebeu a primeira dose da vacina, 75,4% da população recebeu esquema vacinal completo (duas ou doses únicas) e 37,1% da população recebeu dose de reforço. A menor gravidade das infecções por Omicron também ajuda a reduzir o número de vítimas, o que, por sua vez, reduz a frequência de casos graves.

A expansão da cobertura vacinal nas áreas com baixa cobertura e administração das doses de reforço em populações mais vulneráveis ​​pode reduzir ainda mais o impacto da pandemia na mortalidade e nas hospitalizações. “Ao mesmo tempo, todo o sistema de saúde deve se valer do período de menor transmissão da covid-19 para readequar os serviços para o atendimento de demandas represadas", recomendam os pesquisadores da Fiocruz.

A queda nos casos graves de Covid-19 permitiu que os estados reduzissem o número de leitos de terapia intensiva no sistema único de saúde que são usados ​​apenas para adultos com a doença. Mesmo com esse declínio, a Fiocruz estima que os estados mantiveram taxas de ocupação de leitos muito baixas antes da pandemia.

A Fiocruz destacou que “há necessidade absoluta de avanço na vacinação dos mais jovens elegíveis (5 a 11 anos) e o início do debate sobre vacinação na faixa de 0 a 4 anos”.

*Estagiário sob supervisão do jornalista Jean Albuquerque

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