O segredo da aprovação em concursos públicos
Existem pessoas que prestam concursos públicos sem ter realizado qualquer tipo de preparação. Parece que apostam como em um bilhete da Mega-Sena e acreditam que serão aprovadas
Jaime Kwei Publicado em 26/06/2015, às 14h18
Tenho visto centenas de histórias de pessoas que pensaram em prestar concurso, muitas vezes motivadas por um momento de instabilidade econômica, baixos salários e pouco reconhecimento profissional. E nesse momento é que percebo que começa a seleção natural.
Existem pessoas que prestam concursos públicos sem ter realizado qualquer tipo de preparação. Parece que apostam como em um bilhete da Mega-Sena e acreditam que serão aprovadas sem nenhum esforço, por pura sorte. Posso afirmar que este é um grande contingente de mais de 70% dos candidatos, sendo que não conheço nenhum caso de candidato que passou sem se preparar. Quem realmente concorre à vaga e tem chances de ser aprovado é uma minoria que se prepara. E aí começa o processo daqueles que são aprovados: começar e continuar.
O começo é o primeiro passo. A escolha do concurso, assim como uma escolha vocacional, deve ser bem analisada e pensada de acordo com a área que temos mais aptidão. É muito comum aprovados escolherem cargos que não se enquadram no seu perfil e, com isso, ter uma frustação. Você que pensa em prestar um concurso, procure informações sobre o cargo, benefícios e o dia a dia do trabalho na repartição. Onde conseguir estas informações? Um servidor que ocupa o cargo que você almeja pode te passar, ou procure um curso preparatório em sua cidade, pois eles geralmente possuem essa informação.
O próximo passo é começar a preparação. A opção pode ser estudar por conta própria (sendo essencial ter perfil autodidata, neste caso) ou via curso preparatório (estudo direcionado com material atualizado – apostilas e livros).
O começo é um passo, mas a continuação é mais importante e difícil. É muito comum o concurseiro começar e ficar cansado, ter dificuldades em assimilar o conteúdo e começar a desistir. Digo aos nossos alunos que nunca vi nenhum aprovado se queixar do tempo investido na sua preparação. O caminho é árduo, trata-se de um projeto de vida que muitas vezes deve ser compartilhado com os pais, esposa, marido e filhos, pois somente quando temos um objetivo comum é que conseguimos a aprovação.
Já vi muitos casos de pais que continuaram “patrocinando” os filhos depois da faculdade para que eles lograssem êxito nos concursos, marido sustentar a casa sozinho para a esposa estudar e alunos trabalharem dia de semana e estudarem nos finais de semana. Mas, no final, com a aprovação, todo o esforço foi válido, pois todos sabiam que precisavam começar e continuar para alcançar os seus objetivos.
Jaime Kwei, diretor da Central de Concursos.
Existem pessoas que prestam concursos públicos sem ter realizado qualquer tipo de preparação. Parece que apostam como em um bilhete da Mega-Sena e acreditam que serão aprovadas sem nenhum esforço, por pura sorte. Posso afirmar que este é um grande contingente de mais de 70% dos candidatos, sendo que não conheço nenhum caso de candidato que passou sem se preparar. Quem realmente concorre à vaga e tem chances de ser aprovado é uma minoria que se prepara. E aí começa o processo daqueles que são aprovados: começar e continuar.
O começo é o primeiro passo. A escolha do concurso, assim como uma escolha vocacional, deve ser bem analisada e pensada de acordo com a área que temos mais aptidão. É muito comum aprovados escolherem cargos que não se enquadram no seu perfil e, com isso, ter uma frustação. Você que pensa em prestar um concurso, procure informações sobre o cargo, benefícios e o dia a dia do trabalho na repartição. Onde conseguir estas informações? Um servidor que ocupa o cargo que você almeja pode te passar, ou procure um curso preparatório em sua cidade, pois eles geralmente possuem essa informação.
O próximo passo é começar a preparação. A opção pode ser estudar por conta própria (sendo essencial ter perfil autodidata, neste caso) ou via curso preparatório (estudo direcionado com material atualizado – apostilas e livros).
O começo é um passo, mas a continuação é mais importante e difícil. É muito comum o concurseiro começar e ficar cansado, ter dificuldades em assimilar o conteúdo e começar a desistir. Digo aos nossos alunos que nunca vi nenhum aprovado se queixar do tempo investido na sua preparação. O caminho é árduo, trata-se de um projeto de vida que muitas vezes deve ser compartilhado com os pais, esposa, marido e filhos, pois somente quando temos um objetivo comum é que conseguimos a aprovação.
Já vi muitos casos de pais que continuaram “patrocinando” os filhos depois da faculdade para que eles lograssem êxito nos concursos, marido sustentar a casa sozinho para a esposa estudar e alunos trabalharem dia de semana e estudarem nos finais de semana. Mas, no final, com a aprovação, todo o esforço foi válido, pois todos sabiam que precisavam começar e continuar para alcançar os seus objetivos.
Jaime Kwei, diretor da Central de Concursos.