ICMBio reabre inscrições para concurso público com 350 vagas
Espalhadas por todo o Brasil, oportunidades no concurso do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) são para analista ambiental e analista administrativo. Vencimentos chegam a quase R$ 10 mil
Samuel Peressin Publicado em 17/01/2025, às 13h31 - Atualizado às 13h35
Foram reabertas nesta sexta-feira (17) as inscrições para o concurso do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) destinado a preencher 350 vagas em todo o Brasil. O novo prazo termina em 27 de janeiro.
Estão em disputa 230 postos para analista ambiental e 120 para analista administrativo. Ambas as funções podem ser disputadas por profissionais com curso superior em qualquer área.
Em início de carreira, os contratados terão salário de R$ 8.817,72, além de auxílio-alimentação de R$ 1.000, totalizando R$ 9.817,72 de vencimentos. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais.
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Em relação às cotas, o certame prevê a reserva de 70 vagas para negros e 24 para pessoas com deficiência (24). As demais 256 oportunidades são destinadas à ampla concorrência.
Ao realizar a inscrição, os candidatos devem indicar a localidade de interesse para lotação. Além da sede do instituto, em Brasília, é possível escolher trabalhar em unidades nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.
Os interessados devem se inscrever pelo site www.cebraspe.org.br. As taxas custam R$ 93 (analista administrativo) e R$ 99 (analista ambiental), mas é possível solicitar isenção. Podem requerer gratuidade:
- beneficiários do CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais), do governo federal;
- doadores de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde.
Distribuição dos cargos por localidade
Analista ambiental:
- Brasília (90 vagas);
- Norte (50 vagas);
- Nordeste (25 vagas);
- Centro-Oeste (25 vagas);
- Sudeste (25 vagas);
- Sul (15 vagas).
Analista administrativo:
- Brasília (70 vagas);
- Norte (10 vagas);
- Nordeste (10 vagas);
- Centro-Oeste (10 vagas);
- Sudeste (10 vagas);
- Sul (10 vagas).
O que estudar para o concurso do ICMBio
Marcadas para a tarde de 30 de março, as provas objetiva e discursiva serão realizadas em todas as 27 capitais brasileiras. As questões abordarão conteúdos sobre os seguintes temas:
- língua portuguesa;
- informática;
- noções de direito administrativo;
- ética no serviço público;
- legislação;
- conhecimentos específicos.
A seleção terá validade de um ano, a contar da homologação do resultado final. O prazo poderá ser prorrogado uma vez, por igual período, a critério do órgão, conforme estabelece o edital.
O certame é organizado pelo Cebraspe (Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos). Em caso de dúvidas, a banca pode ser contatada pelo telefone 0800 722 1125, além do e-mail sac@cebraspe.org.br.
Veja as principais datas do cronograma 📅
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Publicação do edital: 9 de dezembro de 2024
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Inscrições: de 16 de dezembro de 2024 a 3 de janeiro de 2025
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Reabertura das inscrições: de 17 a 27 de janeiro de 2025
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Solicitação de isenção da taxa de inscrição: de 17 a 27 de janeiro de 2025
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Pagamento da taxa de inscrição: até 14 de fevereiro de 2025
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Aplicação das provas: 30 de março de 2025
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Divulgação dos resultados: 30 de abril de 2025
+++ O JC Concursos disponibiliza mais detalhes sobre o edital, como atribuições e conteúdo programático, na página do concurso do ICMBio
concursos autorizados concursos abertos concursos 2025 provas anterioresSobre ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade é uma autarquia em regime especial. Criado dia 28 de agosto de 2007, pela Lei 11.516, o ICMBio é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e integra o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama).
Cabe ao Instituto executar as ações do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, podendo propor, implantar, gerir, proteger, fiscalizar e monitorar as UCs instituídas pela União.
Cabe a ele ainda fomentar e executar programas de pesquisa, proteção, preservação e conservação da biodiversidade e exercer o poder de polícia ambiental para a proteção das Unidades de Conservação federais.