Concurso Receita Federal: edital pode sair até o final de julho; entenda
O novo concurso Receita Federal terá 669 vagas para nível superior, com salários iniciais de até R$ 21 mil; edital será publicado até dezembro de 2022
Fernando Cezar Alves | fernando@jcconcursos.com.br Publicado em 13/06/2022, às 14h30
O novo concurso Receita Federal (Receita Federal), autorizado nesta segunda-feira, 13 de junho, pode ser feito de forma bastante rápida. Embora a autorização preveja um prazo de até seis meses para a publicação do edital, ou seja, até 13 de dezembro, o subsecretário de gestão corporativa do órgão, Juliano Neves, já se manifestou , por meio das suas redes sociais. De acordo com ele, é possível que a aplicação das provas ocorra antes mesmo das eleições presidenciais, em outubro. "Teremos que garantir que as provas não caiam durante o período eleitoral, momento em que as escolas estarão reservadas para as eleições. Estamos estudando realizar (as provas) o mais rápido possível.
Desta forma, para que a aplicação das provas ocorra até o final de setembro, a expectativa é de que o edital seja publicado até dois meses antes, ou seja, até o final de julho. Para isto, o próximo passo é a definição da banca organizadora, que pode ocorrer já nas próximas semanas.
Ao todo serão oferecidas 669 vagas, sendo 230 para o cargo de auditor fiscal da Receita Federal do Brasil e 469 para analista tributário da Receita Federal do Brasil. Para os dois cargos, para concorrer é necessário possuir formação de nível superior. No caso de analista, o inicial é de R$ 12.142,39, enquanto a carreira de auditor conta com inicial de R$ 21.487,09.
Concurso Receita Federal: conheça o órgão
Com o aval do concurso Receita Federal, os interessados devem conhecer um pouco mais sobre a estrutura do órgão. A Receita Federal do Brasil está dividida em 10 regiões fiscais, da seguinte forma:
- 1ª Região: Distrito Federal (DF), Goiás (GO), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS) e Tocantins (TO);
- 2ª Região: Acre (AC), Amapá (AP), Amazonas (AM), Pará (PA), Rondônia (RO) e Roraima (RR);
- 3ª Região: Ceará (CE), Maranhão (MA) e Piauí (PI)
- 4ª Região: Alagoas (AL), Paraíba (PB), Pernambuco (PE), Rio Grande do Norte (RN)
- 5ª Região: Bahia (BA) e Sergipe (SE)
- 6ª Região: Minas Gerais (MG)
- 7ª Região: Espírito Santo (ES) e Rio de Janeiro (RJ)
- 8ª Região: São Paulo (SP)
- 9ª Região: Paraná (PR) e Santa Catarina (SC)
- 10ª Região: Rio Grande do Sul (RS)
Para cada região, o órgão possui Delegacias, Alfândegas e Agências. Isso garante a realização do concurso Receita Federal com vagas regionais e a possibilidade de trabalhar em várias cidades e áreas diferentes.
Concurso Receita Federal: saiba como foi a última seleção
Como já anunciado, o último concurso Receita Federal ocorreu em 2014, com 1.026 vagas para área de apoio, para o cargo de assistente técnico-administrativo do MF (Ministério da Fazenda). Mais de 263 mil inscritos disputaram as vagas oferecidas, uma média de 257 candidatos por vaga).
A prova foi composta por questões de Língua Portuguesa, Matemática, Raciocínio Lógico, Informática, Atualidades, Gestão de Pessoas e do Atendimento ao Público, Ética do Servidor na Administração Pública, Administração Pública Brasileira e Regime Jurídico dos Agentes Públicos.
+ O JC Concursos disponibiliza mais detalhes sobre o edital, como atribuições, conteúdo programático e cronograma, na página do concurso da Receita Federal.
concursos concursos federais concursos 2025 provas anterioresSobre Receita Federal
A Secretaria da Receita Federal do Brasil é um órgão específico, singular, subordinado ao Ministério da Fazenda, exercendo funções essenciais para que o Estado possa cumprir seus objetivos. É responsável pela administração dos tributos de competência da União, inclusive os previdenciários, e aqueles incidentes sobre o comércio exterior, abrangendo parte significativa das contribuições sociais do País. A Receita Federal também subsidia o Poder Executivo Federal na formulação da política tributária brasileira, previne e combate a sonegação fiscal, o contrabando, o descaminho, a pirataria, a fraude comercial, o tráfico de drogas e de animais em extinção e outros atos ilícitos relacionados ao comércio internacional.
Até 1 de janeiro de 2019 era subordinado ao Ministério da Fazenda, e a partir daí passou a ser subordinado ao novo Ministério da Economia do Governo Jair Bolsonaro.