Concurso PF: prepare-se refazendo as provas do edital anterior
Vai prestar o concurso PF (Polícia Federal) com 1.500 vagas para agente, escrivão, delegado e papiloscopista? O JC Concursos reuniu as provas do último processo seletivo realizado pela corporação
Samuel Peressin | samuel@jcconcursos.com.br Publicado em 15/01/2021, às 14h17 - Atualizado às 14h29
Destinado a preencher 1.500 vagas para agente, escrivão, delegado e papiloscopista, o novo concurso PF (Polícia Federal) tem as provas da primeira fase agendadas para 21 de março.
Assim como aconteceu em 2018, quando a corporação realizou seu último processo seletivo, a banca novamente será o Cebraspe (Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos).
Resolver exames anteriores pode ser o diferencial no concorrido caminho até a aprovação. Esse tipo de exercício ajuda o candidato a se familiarizar com o estilo de prova da organizadora e a descobrir quais temas merecem mais treino.
O conteúdo programático do edital de 2021 é o mesmo que foi cobrado no certame passado. Para facilitar a sua preparação, o JC Concursos separou todos os cadernos de provas do concurso PF de 2018 (basta clicar nos links para carregar os arquivos). Confira:
Avaliações objetivas
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para agente de polícia federal
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para escrivão
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para papiloscopista
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para delegado
- Prova objetiva de conhecimentos básicos para perito (todas as áreas)
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para perito (área 1 - ciências contábeis ou ciências econômicas)
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para perito (área 2 - engenharia elétrica, engenharia eletrônica, engenharia de telecomunicações ou engenharia de redes de comunicação)
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para perito (área 3 - análise de sistemas, ciências da computação, engenharia da computação, engenharia de redes de comunicação ou informática)
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para perito (área 4 - engenharia agronômica)
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para perito (área 5 - geologia)
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para perito (área 6 - engenharia química, química industrial ou em química)
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para perito (área 7 - engenharia civil)
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para perito (área 9 - engenharia florestal)
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para perito (área 12 - medicina)
- Prova objetiva de conhecimentos específicos para perito (área 14 - farmácia)
Concurso PF: provas discursivas
- Prova discursiva para delegado
- Prova discursiva para agente
- Prova discursiva para escrivão
- Prova discursiva para papiloscopista
- Prova discursiva para perito (área 1 - ciências contábeis ou ciências econômicas)
- Prova discursiva para perito (área 2 - engenharia elétrica, engenharia eletrônica, engenharia de telecomunicações ou engenharia de redes de comunicação)
- Prova discursiva para perito (área 3 - análise de sistemas, ciências da computação, engenharia da computação, engenharia de redes de comunicação ou informática)
- Prova discursiva para perito (área 4 - engenharia agronômica)
- Prova discursiva para perito (área 5 - geologia)
- Prova discursiva para perito (área 6 - engenharia química, química industrial ou química)
- Prova discursiva para perito (área 7 - engenharia civil)
- Prova discursiva para perito (área 9 - engenharia florestal)
- Prova discursiva para perito (área 12 - medicina)
- Prova discursiva para perito (área 14 - farmácia)
+ O JC Concursos disponibiliza mais detalhes sobre o processo seletivo na página do concurso PF
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Sobre PF - Polícia Federal
A Polícia Federal tem origem em 10 de maio de 1808, quando a Intendência-Geral de Polícia da Corte e do Estado do Brasil foi criada, por D. João VI. O órgão tinha as mesmas atribuições que tinha em Portugal. Com o decreto 6.378, de 28 de março de 1944, a antiga Polícia Civil do Distrito Federal, que funcionava no Rio de Janeiro, no governo de Getúlio Vargas, foi transformada em Departamento Federal de Segurança Pública (DFSP), subordinado ao Ministério da Justiça e Negócio Interiores. Posteriormente, em 13 de junho de 1946, com o decreto-lei 9.353, foi atribuída competência ao DFSP, em todo território nacional, para serviços de polícia marítima, área de fronteiras e apurações de diversas infrações penais.