Concurso Ministério do Planejamento não deve participar da seleção nacional unificada
Concurso Ministério do Planejamento e Orçamento será para 100 vagas de analista de planejamento e orçamento, nível superior e R$ 20,9 mil
Fernando Cezar Alves Publicado em 22/09/2023, às 11h54
O novo concurso Ministério do Planejamento, autorizado oficialmente em 26 de julho, pela ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck, não deve fazer parte do Concurso Nacional Unificado, de acordo com as últimas informações divulgadas pelo órgão. O certame já está em fase de escolha da banca e, de acordo com informações divulgadas em agosto, o processo deve ser realizado pelo critério de dispensa de licitação, com expectativa de assinatura do contrato até 10 de dezembro. De acordo com a autorização do certame, a liberação do edital deve ocorrer, no mais tardar, até a segunda quinzena de janeiro.
O concurso Ministério do Planejamento contará com uma oferta de 100 vagas para o cargo de analista de planejamento e orçamento. Para concorrer é necessário possuir formação de nível superior, com remuneração inicial de R$ 20.924,79. Além disso, os aprovados receberão auxílio-alimentação de R$ 658.
De acordo com o documento que autoriza a seleção, a aplicação das provas deve ocorrer dois meses após a publicação do edital de abertura de inscrições.
Concurso Ministério do Planejamento: saiba como foi a última seleção
O último concurso Ministério do Planejamento ocorreu em 2015, quando foram oferecidas 556 vagas de nível superior no Ministério do Planejamento (MPOG) e na Escola Nacional de Administração Pública (Enap). A banca organizadora na ocasião, foi o Cespe/UnB, atual Cebraspe.
No caso do Planejamento, na ocasião chamado de Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a oferta foi de 534 vagas, da seguinte forma:
- analista de tecnologia da informação - 300 vagas
- analista técnico administrativo - 83 vagas
- administrador - 6 vagas
- arquivista - 9 vagas
- arquiteto - 16 vagas
- assistente social - 7 vagas
- contador - 14 vagas
- economista - 7 vagas
- engenheiro - 54 vagas
- geógrafo - 17 vagas
- geólogo - 16 vagas
- médico - 4 vagas
- técnicos em assuntos educacionais - 1 vaga
Para o Enap foram 22 vagas, em duas carreiras:
- técnico em assuntos educacionais - 18 vagas
- técnico de nível superior - 4 vagas
A prova objetiva foi composta de 120 questões, distribuídas da seguinte forma:
- conhecimentos básicos - 50 questões
- conhecimentos específicos - 70 questões
Para a classificação final também foram considerados títulos, que contaram apenas com caráter classificatório no resultado final.
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