Concurso ANM: novo pedido deve ser enviado ao MPDG
Solicitação de concurso do Departamento Nacional de Produção Mineral encaminhada no ano passado era para 1.153 vagas nos níveis médio e superior
Camila Diodato Publicado em 21/02/2018, às 11h55
Com a criação da Agência Nacional de Mineração (ANM), que substituirá o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), um novo pedido de concurso deve ser encaminhado ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG).
No ano passado, o departamento solicitou ao planejamento autorização para 1.153 vagas em seu quadro de pessoal. O motivo é a grande falta de profissionais, o que tem prejudicado os serviços pretados.
Já está confirmado que todos os servidores do DNPM serão transferidos automaticamente para o quadro da ANM, mas a situação gera preocupação porque grande parte dos servidores está em fase de aposentadoria.
A expectativa é de que a autorização do concurso da ANM seja concedida ainda este ano pelo ministro do Planejamento, que já sinalizou que liberará alguns certames no decorrer de 2018.
Segundo informações do Serviço de Informações ao Cidadão do MPDG, o requerimento encaminhado em 2017 pelo departamento não discrimina os cargos solicitados. Apesar disso, é grande a probabilidade para que as chances sejam para os mesmos postos do certame anterior, que exigiu níveis médio, técnico e superior.
Fazem parte do quadro de servidores do DNPM as carreiras de técnico administrativo, técnico em atividade de mineração, analista administrativo e especialista em recursos minerais.
A funções de técnico administrativo e em atividade de mineração aceitam ensino médio e/ou curso técnico específico, de acordo com a especialidade. Já os postos de técnico e analista exigem formação superior em diversas áreas de atuação.
Em 2010, o DNPM recebeu as inscrições do concurso que ofereceu 256 ofertas distribuídas entre a capital brasileira e diversas cidades, como São Paulo/SP.
Para nível superior completo as vagas foram para os empregos de: analista administrativo – nas áreas de administração, biblioteconomia, contabilidade, direito, gestão de pessoas, manutenção predial; e especialista em recursos minerais para as áreas de auditoria externa, desenvolvimento e economia mineral, engenharia de minas, geologia, geologia e mineração, química e tecnologia da informação mineral. Aqueles que possuem o nível médio completo puderam se candidatar às chances de técnico administrativo - divididas entre os setores de administração e contabilidade; e técnico em atividade de mineração, nas especialidades de agrimensura e topografia, geologia e mineração e manutenção de banco de dados.
No ano passado, o departamento solicitou ao planejamento autorização para 1.153 vagas em seu quadro de pessoal. O motivo é a grande falta de profissionais, o que tem prejudicado os serviços pretados.
Já está confirmado que todos os servidores do DNPM serão transferidos automaticamente para o quadro da ANM, mas a situação gera preocupação porque grande parte dos servidores está em fase de aposentadoria.
A expectativa é de que a autorização do concurso da ANM seja concedida ainda este ano pelo ministro do Planejamento, que já sinalizou que liberará alguns certames no decorrer de 2018.
Pedido de concurso do DNPM/ANM
Segundo informações do Serviço de Informações ao Cidadão do MPDG, o requerimento encaminhado em 2017 pelo departamento não discrimina os cargos solicitados. Apesar disso, é grande a probabilidade para que as chances sejam para os mesmos postos do certame anterior, que exigiu níveis médio, técnico e superior.
Fazem parte do quadro de servidores do DNPM as carreiras de técnico administrativo, técnico em atividade de mineração, analista administrativo e especialista em recursos minerais.
A funções de técnico administrativo e em atividade de mineração aceitam ensino médio e/ou curso técnico específico, de acordo com a especialidade. Já os postos de técnico e analista exigem formação superior em diversas áreas de atuação.
Último concurso do DNPM
Em 2010, o DNPM recebeu as inscrições do concurso que ofereceu 256 ofertas distribuídas entre a capital brasileira e diversas cidades, como São Paulo/SP.
Para nível superior completo as vagas foram para os empregos de: analista administrativo – nas áreas de administração, biblioteconomia, contabilidade, direito, gestão de pessoas, manutenção predial; e especialista em recursos minerais para as áreas de auditoria externa, desenvolvimento e economia mineral, engenharia de minas, geologia, geologia e mineração, química e tecnologia da informação mineral. Aqueles que possuem o nível médio completo puderam se candidatar às chances de técnico administrativo - divididas entre os setores de administração e contabilidade; e técnico em atividade de mineração, nas especialidades de agrimensura e topografia, geologia e mineração e manutenção de banco de dados.