Concurso Depen tem provas novamente adiadas; saiba detalhes
Aplicação, que já havia sido postergada uma vez, estava prevista para o próximo domingo (28). Concurso Depen (Departamento Penitenciário Nacional) preencherá 309 vagas em cargos de níveis médio e superior
Samuel Peressin | samuel@jcconcursos.com.br Publicado em 24/02/2021, às 08h54
A pandemia do novo coronavírus causou o adiamento, pela segunda vez, das provas do concurso Depen (Departamento Penitenciário Nacional), que ocorreriam no próximo domingo (28).
Iniciado em maio do ano passado, o processo seletivo já havia sido paralisado uma vez em função da Covid-19. Anteriormente, as avaliações objetiva e dissertativa estavam agendadas para 6 de setembro.
O processo seletivo é organizado pelo Cebraspe (Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos). Em comunicado, a banca informou que o novo cronograma será oportunamente divulgado.
Em caso de dúvidas, os candidatos podem obter mais informações com a empresa organizadora pelos seguintes canais de comunicação:
- telefone: (61) 3448-0100;
- e-mail: sac@cebraspe.org.br.
+ Saiba o que estudar para as provas
Concurso Depen: ofertas do edital
A seleção conta com 309 vagas distribuídas entre as carreiras de agente de execução penal (nível médio) e especialista federal em assistência à execução penal (ensino superior), com salários de R$ 6.030, 23 e R$ 5.865,70, respectivamente.
Os contratados atuarão na sede do órgão, instalada em Brasília, ou em uma das cinco penitenciárias federais, localizadas na capital federal, Campo Grande/MS, Catanduvas/PR, Mossoró/RN e Porto Velho/RO.
+++ O JC Concursos disponibiliza mais detalhes sobre o processo seletivo, como atribuições, conteúdo programático e cronograma, na página do concurso Depen
concursos autorizados concursos abertos concursos 2025 provas anterioresLeia também
Sobre Depen - Departamento Penitenciário Nacional
A história do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), cujo regimento interno foi aprovado pela portaria 674, de 20 de março de 2008, é oriunda do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, primeiro órgão de execução penal, subordinado ao Ministério da Justiça. O conselho tinha por objetivo proporcionar um contingente de informações, análises, deliberações e estímulo intelectual e material às atividades de prevenção da criminalidade. Preconiza-se para este órgão a implementação, em todo o território nacional, de uma nova política criminal e penitenciária, a partir de periódicas avaliações do sistema criminal, criminológico e penitenciário, bem como a execução de planos nacionais de desenvolvimento quanto às metas e prioridades da política a ser executada.