Semana da Mulher: veja as brasileiras mais PODEROSAS da América Latina; Anitta não é 1ª
Aproveitando a Semana da Mulher, o JC traz as personalidades brasileiras que figuram entre as 50 mais influentes da América Latina. A cantora e empresária Anitta não é a primeira da lista
Mylena Lira Publicado em 09/03/2023, às 21h15
Ontem (8) foi o Dia Internacional da Mulher, data para celebrar a luta e a conquista dos direitos das mulheres ao longo da história. Aproveitando a Semana na Mulher, o JC traz as personalidades brasileiras que figuram entre as 50 mais poderosas da América Latina (AL). A cantora e empresária Anitta não é a primeira da lista.
A relação foi elaborada pela Bloomberg Línea e traz as 50 Mulheres de Impacto da América Latina 2023, selecionadas porque representam avanços na igualdade de gênero nas áreas de negócios, finanças, entretenimento ou esportes. É a segunda edição da lista onde a Bloomberg reconhece as lideranças femininas na AL.
Confira abaixo as mulheres do Brasil que figuram na lista, que não representa um ranking. Ao todo, 20 nomes integram a relação, o que representa 40% do total e coloca as brasucas entre as que mais se destacaram:
- Ana Cabral-Gardner (CEO e co-presidente do conselho da Sigma Lithium, uma das maiores mineradoras de lítio do mundo);
- Anitta (cantora e empresária);
- Rayssa Leal (skatista de 15 anos, campeã do mundo em 2022);
- Tarciana Medeiros (se tornou neste começo de 2023 a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil);
- Taís Araújo (atriz e empresária);
- Virgínia Fonseca (Influenciadora no Instagram);
- Sabrina Sato (atriz e apresentadora);
- Mariana Oiticica (co-head no banco BTG Pactual);
- Lidiane Jones (CEO da empresa Slack);
- Laiz Carvalho (Economista do banco francês BNP Paribas);
- Jessica Siqueira Manzano (executiva);
- Gabriela Comazzetto (GM Global Business Solutions Latam and Brazil @ TikTok & Bytedance);
- Cristina Betts (CEO no Iguatemi);
- Anna Carolina Bassi (Empreendedora);
- Sara Delfim (Executiva);
- Sylvia Brasil Coutinho (lidera desde 2013 o banco suíço UBS no Brasil);
- Carolina Cavenaghi (idealizadora do Women in Finance Summit Brazil, evento anual que reúne mulheres que trabalham no mercado financeiro, e co-fundadora e CEO do Fin4She);
- Flavia Buarque de Almeida (sócia e CEO da Península Participações, a empresa de investimentos fundada por Abilio Diniz);
- Marcia Esteves (CEO e sócia da Lew’Lara/TBWA, será a primeira mulher a comandar a Abap, a Associação Brasileira das Agências de Publicidade, em seus mais de 70 anos de história);
- Paula Lindenberg (Presidente da Diageo para Brasil, Uruguai e Paraguai).
A lista completa pode ser consulta no portal Bloomberg Línea, basta clicar aqui.
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Semana da Mulher: origem do Dia Internacional da Mulher
O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 19 de março de 1911 em alguns países da Europa, incluindo Alemanha, Áustria, Dinamarca e Suíça. No entanto, a data foi posteriormente alterada para 8 de março, em homenagem às mulheres que morreram em um incêndio em uma fábrica em Nova York em 8 de março de 1908. Esse evento trágico foi um marco importante na luta pela melhoria das condições de trabalho das mulheres.
Nos anos seguintes, a celebração do Dia da Mulher se espalhou pelo mundo, ganhando força em diferentes países. Durante a Primeira Guerra Mundial, o dia foi utilizado para promover a paz e a solidariedade entre as mulheres de diferentes nacionalidades que lutavam pela paz e pelos direitos humanos. A partir da década de 1960, a luta feminista se intensificou e o Dia Internacional da Mulher se tornou um símbolo global da luta por direitos iguais.
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