Primeiro dia do Enem 2021 terá prova de redação; saiba mais
Nesta edição, o tema do Enem 2021 será o mesmo, tanto para o Enem impresso quanto para o digital e, em ambas modalidades
Douglas Terenciano | douglas@jcconcursos.com.br Publicado em 17/11/2021, às 14h03 - Atualizado às 14h08
No primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2021), no próximo domingo (21), os candidatos farão, além das provas objetivas de linguagens e ciências humanas, a única prova subjetiva da avaliação, a redação. Nesta edição, o tema será o mesmo, tanto para o Enem impresso quanto para o digital e, em ambas modalidades, o texto deverá ser feito à mão. Por isso, é obrigatório levar caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente. As informações são da Agência Brasil.
Ir bem na redação pode ser um diferencial para o candidato. Para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, e o Programa Universidade para Todos (ProUni), que concede bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior, é necessário não ter tirado zero na redação.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibiliza todos os anos, conforme previsto no edital do exame, uma cartilha com os detalhes da correção. Ainda não foi disponibilizada a cartilha do Enem 2021. Documentos de anos anteriores, com exemplos de redações que receberam a nota máxima, 1 mil, estão disponíveis na página da autarquia.
Veja os temas das redações de anos anteriores:
- Enem 2009: O indivíduo frente à ética nacional
- Enem 2010: O trabalho na construção da dignidade humana
- Enem 2011: Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado
- Enem 2012: O movimento imigratório para o Brasil no século XXI
- Enem 2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil
- Enem 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil
- Enem 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
- Enem 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil e Caminhos para combater o racismo no Brasil - Neste ano houve duas aplicações regulares do exame.
- Enem 2017: Desafios para formação educacional de surdos no Brasil
- Enem 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet
- Enem 2019: Democratização do acesso ao cinema no Brasil
- Enem 2020: O Estigma Associado às Doenças Mentais na Sociedade Brasileira (Enem impresso), O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil (Enem digital) e A falta de empatia nas relações sociais no Brasil (Enem PPL e reaplicação)
O que é o Enem?
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma prova de admissão à educação superior realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), autarquia vinculada ao Ministério da Educação do Brasil, e foi criada em 1998 inicialmente para avaliar a qualidade do ensino médio no país. Seu resultado só iria servir para o acesso ao ensino superior em universidades públicas brasileiras em 2004, após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionar a lei do Programa Universidade para Todos (ProUni), e mais tarde em janeiro de 2010, o Sistema de Seleção Unificada (SISU), tendo sido desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC) durante o governo do ex-presidente Lula, para se inscreverem em instituições de Ensino Superior públicas.
+++ Confira mais informações sobre o Exame Nacional do Ensino Médio, incluindo dicas para o Enem 2021, na página específica sobre o exame.
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Sobre ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi criado para avaliar o desempenho escolar e acadêmico ao final do ensino médio. Os resultados podem: possibilitar a constituição de parâmetros para a autoavaliação do participante, visando a continuidade de sua formação e a sua inserção no mercado de trabalho; permitir a criação de referência nacional para o aperfeiçoamento dos currículos do ensino médio; ser usados como mecanismo único, alternativo ou complementar para acesso do à educação superior, especialmente, a ofertada pelas instituições federais de educação superior; permitir o acesso do participante a programas governamentais de financiamento ou apoio ao estudante da educação superior; ser utilizados como instrumento de seleção para ingresso nos diferentes setores do mundo do trabalho; e viabilizar o desenvolvimento de estudos e indicadores sobre a educação brasileira.